EXPOSIÇÃO CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA



Cartografia Imaginária investiga as relações entre a Belo Horizonte concreta e a imaginária, articulando história urbana, literária e visual. Explorando interseções da literatura com outras linguagens artísticas, a exposição traça um paralelo entre o espaço edificado (e suas formas objetivas de representá-lo) e uma cidade feita de palavras e imagens.
       Ao sobrepor mídias diversas e estabelecer conexões entre obras de tempos distintos, a exposição operou como uma pesquisa em processo que se torna disponível ao público. Como um caderno de notas de um pesquisador, a exposição se organiza em uma cartografia de núcleos expositivos, linhas temporais e ramificações rizomáticas que desafiam a cronologia e, portanto, o percurso linear de leitura da exposição. Nesse sentido, pensamos que o projeto expográfico devesse espacializar, por meio da recursos arquitetônicos e gráficos, o diagrama resultante da leitura e das conexões propostas pela exposição.
       As obras foram agrupadas em oito núcleos demarcados por cores e especialidades específicas materializadas por uma família de mobiliários desenhados especificamente para a exposição. A disposição de combinações variadas desses elementos da arquitetura existente da galeria gerou novas superfícies de suporte, nichos, permeabilidades, percursos e dinâmicas de leitura e de ocupação do espaço.


ESPAÇO

Projeto expográfico para a exposição Cartografia Imaginária, com curadoria de Marconi Drummond e Maurício Meirelles, na galeria do Sesc Palladium.

Maio 2018

Belo Horizonte (MG)

Colaboração: Volta (design gráfico) e Artes Cênica Produções (execução dos mobiliários)

Créditos: Bruna Brandão (fotos)








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